Uma Sala de Casa Aberta ao Acolhimento

Tudo começou quando Kelly, buscando superar a depressão, mudou-se de São Paulo para Olímpia. Sem uma rede de apoio local, ela percebeu que muitas outras mulheres enfrentavam dores semelhantes em silêncio no dia a dia. Movida pela empatia, decidiu abrir as portas de seu próprio lar para ouvi-las. Em pouco tempo, o espaço de escuta na sala de sua casa tornou-se um refúgio de amor e afeto, acolhendo rapidamente mais de 60 mulheres em busca de amparo emocional.

Uma Sala de Casa Aberta ao Acolhimento

Nossa Linha do Tempo

A evolução de um grupo informal de escuta ativa até o reconhecimento como associação de Utilidade Pública.

Mulher sorridente olhando pela janela iluminada, simbolizando recomeço e superação.

A Chegada em Olímpia

Kelly mudou-se de São Paulo para superar um quadro de depressão. No contato com as moradoras locais, encontrou força mútua e iniciou as primeiras reuniões na sala de sua residência.

Mãos de diferentes mulheres unidas em um círculo, representando força e solidariedade feminina.

União das Fundadoras

Luana e Eliana uniram-se a Kelly como pilares essenciais. Juntas, mantiveram o projeto de forma totalmente independente e com recursos próprios ao longo de quatro anos de caminhada.

Documento oficial simbólico representando a conquista administrativa e legal da associação.

Utilidade Pública

Após anos de dedicação ininterrupta, a associação conquistou em julho de 2026 a tão esperada declaração de Utilidade Pública, chancelando a seriedade do trabalho comunitário.

60+
Mulheres Acolhidas
4
Anos Independentes
2026
Utilidade Pública

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Expandimos nossa rede de afeto para acolher crianças neurodivergentes e suas famílias em Olímpia. Venha saber mais sobre o Projeto Casa TEAcolhe.

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